O trabalho que sobra depois da reunião
Quem senta em conselho não é pago pelas duas horas da reunião. É pago pelo que acontece entre elas: reler a ata antiga antes da próxima pauta, lembrar quem ficou de fazer o quê, perceber que o número mudou de direção, cobrar sem parecer fiscal. Esse trabalho não tem ferramenta — ele mora na cabeça do conselheiro, num caderno, numa pasta de PDFs e num grupo de WhatsApp.
A Conselar é a ferramenta desse trabalho. Ela guarda a memória de cada conselho que você atende, transforma o que foi decidido em ações com dono e prazo, acompanha o que o mercado diz sobre a empresa e devolve a você o contexto da próxima reunião antes de ela começar.
O que se perde entre uma reunião e a seguinte
Três perdas, e nenhuma delas é falta de esforço. São perdas de registro.
O contexto
Passaram-se seis semanas, você atendeu outros quatro conselhos no intervalo, e a reunião começa com quinze minutos de recontextualização que ninguém orçou. A informação existe — está espalhada por atas, planilhas e mensagens.
O combinado
A decisão foi tomada e registrada. O que não foi registrado é quem ficou responsável, até quando, e o que aconteceu depois. Sem isso, a reunião seguinte gasta a primeira meia hora reconstruindo o que já tinha sido combinado.
A sua contribuição
Na hora de renovar o mandato, o que você tem para mostrar é reputação e memória de terceiros. As decisões que você provocou e os resultados que vieram depois delas não estão registrados em lugar nenhum como sendo seus.
O que a plataforma faz com isso
A matéria-prima é a reunião: a gravação, a transcrição e os documentos que a empresa liberou. A partir dela a Conselar monta quatro coisas e mantém as quatro atualizadas sem trabalho manual de registro.
- A ata e o plano de ação. A ata sai da transcrição como rascunho editável — resumo, decisões, próximos passos — e cada compromisso vira uma ação com responsável, prazo e a fala que a originou.
- Os fios temáticos. Caixa, expansão, pessoas, produto: cada tema encadeia em ordem as decisões, as viradas de métrica e os sinais externos que o empurraram, com a leitura de onde ele está agora.
- O dossiê externo. Registros públicos, notícias, reputação, redes, quadro societário e concorrentes, cruzados num quadro que aponta o que merece entrar na pauta.
- As análises estratégicas. SWOT, canvas de modelo de negócio, matriz de riscos, cinco forças, unit economics, OKRs e maturidade de governança — geradas do que já foi discutido, e editáveis por quem discorda.

Nada disso substitui o julgamento do conselheiro, e a plataforma não finge o contrário: o que ela gera é rascunho com a fonte ao lado. Quem decide o que vale continua sendo quem senta na cadeira. Ver a plataforma em detalhe.
Sua prática é um portfólio, não uma agenda
Um conselheiro atende várias empresas e responde por uma carreira só. Por isso a área pessoal é separada do espaço de cada empresa — e é privada.

- Portfólio. Todos os seus assentos num quadro, cada um com saúde de governança, próxima reunião e temas em aberto — para decidir onde a sua atenção rende mais nesta semana.
- Desempenho e trilha. Uma leitura da sua atuação a partir das suas próprias falas, perguntas e follow-ups, com a evolução por competência ao longo dos mandatos. A sua avaliação é privada: ninguém além de você a vê.
- Track record. Decisões que você influenciou, resultados medidos depois delas, mandatos e competências verificadas — um histórico que você escolhe item a item o que mostrar, e cujo link você envia para quem estiver avaliando.
- Mandatos. Vigência, termos e remuneração de cada assento, em um só lugar. A remuneração nunca aparece no perfil público.
Do outro lado da mesa
A empresa que recebe o conselho ganha o mesmo registro pelo outro ângulo: pauta preparada, ata pronta em horas em vez de semanas, plano de ação com dono e prazo, e um quadro que liga cada decisão do conselho ao resultado que veio depois. É esse quadro que responde, com dado e não com impressão, se o conselho está valendo o que custa.
Comece pelo conselho que mais precisa de você
Conte em que conselhos você atua hoje e o que costuma se perder entre uma reunião e a seguinte. A conversa começa direto no WhatsApp, sem formulário longo.
O acionamento registra a interação e a origem da visita antes de abrir a conversa. As preferências de privacidade ficam no controle do rodapé.